Ensina Brasil

Site da Fundação Victor Civita divulga estudos e pesquisas com o objetivo de incentivar ações de gestores e profissionais da educação na melhoria do ensino! Vejam:

http://revistaescola.abril.com.br/fvc/estudos-e-pesquisas/

Há alguns dias se fala do alto índice de alunos que repetiram o primeiro ano em 2008 (3,5% dos matriculados). Todos buscam justificativas para compreender o que ocorreu: os gestores da escola não compreendem ainda o ensino fundamental de nove anos, os professores não sabiam que o aluno poderia passar o primeiro ano sem saber ler, etc.
Tudo o que dizem é para tentar amenizar o choque do índice, mas… sejamos francos: é positivo para o aluno que ele passe sem aprender o conteúdo do primeiro ano? Digo isso porque uma amiga, ao fazer estágio, notou que alguns alunos chegavam no que hoje seria o quinto ano sem saber ler e escrever.
Como resolver esse problema? A pergunta que eu lanço aqui é mais ou menos a seguinte: passar ou não passar, eis a questão! O aluno que não passa de ano, como já comprovaram em pesquisas, desiste mais cedo da escola e se sente desistimulado. Mas e o aluno que passa e não consegue acompanhar a sala? Manifestem-se!

Puxa vida! Inauguraram uma escolinha aqui em Heliópolis!! Demorou…

“Nesta quinta-feira (18), dia em que os cinco milhões de alunos da rede estadual de educação voltaram às aulas, o Governo do Estado de São Paulo inaugurou a Escola Estadual Professor Carlos Estevam Martins. Localizada em Heliópolis, na Zona Sul da capital, a unidade tem capacidade para atender a 1800 alunos do Ensino Fundamental, que não precisarão mais se deslocar para escolas de bairros vizinhos. O investimento para a obra foi de R$ 6,4 milhões.”

http://www.educacao.sp.gov.br/

Taí! Já temos escola, hospital e orquestra sinfônica.

E uma primeira sugestão de melhora na educação chega a galope! Quase num desfecho deus ex-machina!
A boa nova se refere à nova possibilidade de autodidatismo: educação a distância. Soube que um site de ensino atingiu 5 milhões de usuários. Sua principal função é permitir o aprendizado de outro(s) idioma(s), gratuitamente e com a oportunidade de conversa com nativos. Bacana, não?
Podemos até esquecer que 40% dos estudantes não têm acesso à internet e achar isso o máximo.

Eu gostei!

http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u696295.shtml

Ontem, numa aula de Filosofia, ouvi que Lévi-Strauss disse certa vez: “É sempre tempo de recomeçar”. Ok, qualquer escritor de autoajuda poderia ter dito isso. De qualquer modo, saber que foi ele quem disse serve para validar minha segunda tentativa com este blog.
(Uma das primeiras lições que temos na faculdade é a necessidade de citar, exasperadamente, grandes nomes. Aqui, para nós, acho que um é suficiente!)

Recomeço, então, quase em sincronia com a volta às aulas e… com muito pesar.
Confesso que não gostaria de ter que voltar à sala de aula. Juro que amo muito aquilo que estudo. No entanto, por que sofro? Por que a Academia, assim como as escolas, tem que ser um ambiente tão repulsivo? Ainda que eu gostava da escola…

Hoje sei que gostava somente porque tinha condições de cumprir todas as imposições (infindáveis lições de casa, trabalhos de cópia inúteis, seminários vergonhosos…). Na época, eu tinha disposição para copiar todo o conteúdo na lousa para a professora (mesmo com minha alergia a giz), copiar pela segunda vez no meu caderno e ainda voltar para a lousa para copiar as respostas das questões, que vinham em preto e branco nas últimas páginas do livro. E adivinhem o pior? Eu gostava daquela professora!!!

Por que o tradicionalismo da educação ainda encanta as crianças? Não conheço aulas que formem alunos realmente capazes de pensar. Passei a refletir sobre minha própria condição humana muito depois de concluir o Ensino Fundamental. Questionei a Política só no último ano do Ensino Médio e conheci a Arte só depois de frequentar botecos com amigos interessantes. Concluo, agora, que tive sorte! Quantos alunos nem encontram outra alternativa, não é mesmo? E por quê?

Podemos continuar neste ritmo, desprezando a formação, e terminar num grupo social bigui-broder-estetica-fama-dinheiro. Como superar? Como não cair no academismo ou numa educação distaaaaaaaaaante da realidade?

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Este texto está ótimo para um recomeço, não?

O programa Pró-Letramento, oferecido pelo Ministério da Educação, abriu 114.857 vagas para formação continuada em matemática, alfabetização e linguagem. Trata-se de um curso destinado a professores que lecionam do primeiro ao quinto ano do ensino fundamental.

Os educadores podem fazer um curso de alfabetização e linguagem e outro de matemática, com carga de 120 horas cada um. A formação dura oito meses, combiando encontros presenciais e atividades individuais.

Para mais informações, consulte:

http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=14870:abertas-1148-mil-vagas-em-cursos-de-formacao-continuada&catid=215&Itemid=86

Já participou deste curso em anos anteriores? Compartilhe sua experiência!

Há muitas unanimidades na educação. Uma delas refere-se à interdisciplinaridade: nunca vi alguém ser contrário a atividades que mesclam diversas disciplinas. Tendo isso em vista e primando pela diversão dos alunos, pensei que este quadrinho* poderia ser útil numa aula de Matemática:

Bastante interessante seria se o professor abrisse espaço para um diálogo, no qual os alunos pudessem expor suas opiniões a respeito da sociedade em que vivem. O que acham? Será que o humor pode também ensinar??

*Tirinha publicada na Folha de S. Paulo (Folhinha) do dia 12.12.2009.

O "Ensina Brasil" faz um convite a todos que desejam melhorar a educação. A ideia é criar uma rede na qual seja possível trocar experiências, sugerir atividades e espalhar notícias. Participe!!!

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